quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vida de esportista

Alô turma! Este craque lá em cima, desde pequeno com a camisa do São Paulo, sou eu. Acreditem. Depois de jogar nas categorias de base do Norusca, ser vice-campeão paulista na categoria infantil, cheguei até à Seleção Brasileira Sub-17. A foto existe para provar esta verdade. Estava em Teresópolis, na concentração da CBF. Atrás de mim, pode-se ver o pico chamado "Dedo de Deus".
Bem, esta história (que confesso, me enche de boas recordações) eu contei só para ilustrar a minha ida ao campo de futebol, com meus filhos, Guilherme e Natan, meu pai (Paschoal), meu cunhado (Márcio) e o sobrinho Leonardo. Era um jogo da Segunda Divisão do Campeonato Paulista, uma quarta-feira à noite, e fomos prestigiar o Noroeste no estádio "Alfredo de Castilho", onde tanto joguei quando garoto.
De repente, começaram os palavrões dos torcedores e os meninos ficaram assustados de tanta gritaria. Principalmente o Natan e o Léo, menores, que pararam até de assistir à partida para fixarem os olhos nos tresloucados noroestinos. Até que um deles percebeu que a boca estava suja demais e se virou para os dois. Pensei que ele ia perguntar porque estavam assustados, mas o homem, calmamente, pediu desculpas pelo que tinha falado e bateu com a mão na boca, num gesto de que isto não se repetiria mais.
Depois disso, Natan e Léo esboçaram sorrisos e rapidamente saíram correndo dos seus lugares. A verdade é que se desinteressaram pela partida e foram pular na arquibancada que estava vazia naquela parte. Mas nós ficamos lá. E vimos o Noroeste ganhar do São José com um gol aos 48 minutos e meio do segundo tempo. Vibrei tanto que fique até rouco.
Foi mais um grande momento vivido no "Alfredão". Estar com a família, comer aquela amendoim e depois aquela paçoca maravilhosa, encontrar os amigos do tempo que futebol (que sempre vão ao estádio), reviver aquele clima de competição. Tomara que a equipe retorne à Primeira Divisão do futebol paulista, pois assim poderei ver novamente o meu São Paulo de perto!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Uma questão de atitude


Pois é, lá se vão seis meses desde que eu e Ed terminamos de escrever um livro sobre a unidade da Igreja, publicado pela CMC, com base na vida e no ministério do pastor Abílio Chagas. A experiência foi muito edificante, aprendi demais e confesso que já planejo novas aventuras...

Força aos "polacos"





A queda do avião que levava o presidente da Polônia, junto com sua comitiva, me remeteu prontamente à visita que fiz com minha família àquele país, em 2006. Fomos recebidos pelo amado casal Emil e Liuska e não consigo esquecer daqueles dias. Fiquei impressionado com aquele povo sofrido, com um país reconstruído e com o carinho dos nossos hospedeiros.
Sempre digo para minha esposa que gostaria muito de morar na Polônia, que tem uma localização privilegiada na Europa (eis aí o motivo de tanta cobiça por aquela terra), embora o frio e a língua sejam barreiras a serem transpostas. A minha identificação com os "polacos" (é assim que falam os portugueses) foi tamanha que conto os dias para retornar, mesmo sem ainda ter uma data marcada...
Lembro-me de cidades encantadoras como Elblag, Paslek, Marlbork (onde está o castelo acima, o maior da Europa), Marwica, Gdansk (terra de Lech Walesa), Varsóvia. Aos queridos Emil e Liuska (na primeira foto, de cima para baixo, com o mar Báltico ao fundo), meus sentimentos e apreço neste momento de dificuldade que passa a nação. Como em outras situações trágicas na história, esta há de ser superada pelos corajosos "polacos".

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Turma de guerreiros

Estãos aí os valentes que aceitaram o desafio de servir na Congregação do Jardim Terra Branca. A inauguração foi sábado, em Bauru. E o pessoal mostrou animação para seguir trabalhando. Reuniões são aos sábados, às 18h30, na Rua México 10-36. É isso aí.

Um rio na minha rua



Estas duas fotos, acreditem, mostram a rua em frente à minha casa, em Bauru. Foram tiradas no dia 31 de dezembro de 2009. São impressionantes, porque nunca tinha visto nada assim tão violento. Parecem mesmo um rio. Só as resgatei para mostrar que a temporada de chuvas que tem castigado as mais diversas regiões do Brasil passou por aqui. E quem garante que não voltará?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Para lá de agradável

Quem já não sonhou em ter uma casa com piscina, churrasqueira, jardim florido, árvores frutíferas como jabuticabeira, pé de guaraná, cajueiro, romanzeira? Deus me deu o privilégio de morar num lugar assim. Simples, mas aconchegante. É verdade que dá uma trabalheira danada para cuidar, mas como é bom reunir os amigos e familiares num quintal tão agradável. Agora, não é só para isso que serve a nossa casa.

A partir desta semana, o meu quintal terá uma nova utilidade. Penso que é o principal motivo porque ele está tão bonitinho. Até ajudei a cortar a primavera, aparar as árvores, etc. Todos os sábados, às 18h30, os amigos e familiares vão continuar se reunindo lá, agora com alguns vizinhos, para juntos conversarmos sobre o amor de Deus e o plano dEle para nossas vidas.

Ah, repare que na foto aí em cima aquele coqueiro e a primavera escondem uma área coberta, onde estaremos abrigados. É uma alegria saber que o que Deus coloca em nossas mãos, como mordomos, é para cumprir os propósitos dEle mesmo. Pois é, o que será daqui em diante, embora haja muitas expectativas nossas, só Ele sabe. Com certeza, é o melhor!

A senha!

O exercício de escrever diariamente faz-me muita falta. Registrar meus sentimentos, pensamentos, idéias, aprendizados, histórias, fatos é algo que vou me empenhar mais. Dias atrás chegou uma pessoa dizendo que gostou muito da minha história de vida. Puxa, comecei a pensar quando eu tinha falado sobre mim. Quem sabe nalguma igreja por aí... Mas ela tinha lido no meu blog. Caramba, até tinha esquecido do blog!
Imediatamente fui acessá-lo, só que não lembrava do endereço. Tive que percorrer um caminho indireto: vistar o site da CMC (www.cmcbauru.com.br), na área dos links, e clicar. Ótimo, entrei lá. Confesso que me deu uma vontade imensa de investir um tempinho para deixar algo novo ali, várias idéias surgiram, comecei a lembrar de fotos que ficariam bem. Faltava só a senha. A senha! Nossa, qual era mesmo? E o login? Uau, sumiu tudo da minha mente.
Tentei vários e-mails, as senhas que eu mais usava, outras menos comuns, e nada. Já era final da tarde. Fui para casa pensando naquilo, acho que até sonhei. Digo "acho" porque muitos sonhos dizem que a gente não se lembra. No dia seguinte, logo que abri o computador pensei que poderia resolver logo este problema. Muitos e-mails depois, porque foi preciso contactar o provedor, tudo na mesma.
Veio à minha memória que eu deveria estar usando um e-mail diferente. O que mais acesso é carraradomiciano@hotmail.com. Carrara é sobrenome da minha esposa e Domiciano é o meu. Não era este. Bom, o nome que eu usava no jornalismo era Marcus Lopes. Fiz todas as tentativas, e zero a zero. Quem sabe Marcus Domiciano, pois meu nome completo é Marcus Aurelius Lopes Domiciano. Tudo bem, mas depois do @ seria hotmail, yahoo, uol... Nada disso. Era gmail. Tudo isso só para encontrar o login.
Meio caminho andado, faltava a senha. Começaram novas tentativas, com nome da esposa, filhos, aquela coisa toda que vocês sabem muito bem como é. De repente, entrou. Deu certo. Levantei os braços, dei um grito e me esqueci de que estava numa sala com outra pessoa. Ela me olhou assustada e pensou que eu devia ter recebido um dinheiro (uma vez já tinha acontecido esta cena, por este motivo). Tive que explicar que não era nada disso. Só tinha conseguido acessar o meu blog. Por isso, já está tudo anotadinho e guardado. E vamos em frente!