segunda-feira, 18 de abril de 2011

Que reencontro!

Cerca de 40 ex-integrantes do movimento "Atletas de Cristo", que funcionou em Bauru de 1986 a 1996, se reuniram para um churrasco na chácara da CMC. Foi um dia para contar histórias, relembrar, chorar, sorrir! Logo, a turma - da qual faço parte - estará  junta de novo.

Marcus, Gláuber, Alemão, Xã, Ovídio, Boiadeiro e Ditinho;
Nani, Edy, Paulinho, Pinhata, Cássio, Aírton e Amauri
Ivan Boiadeiro, Marcus e o pequeno Pietro, filho de Ivan
Mulheres e crianças acompanharam os ex-jogadores

O velho que ficou novinho

Uma mescla do antigo e do moderno. A arquitetura contemporânea portuguesa pode ser bem vista no Parque das Nações, à beira do rio Tejo, em Lisboa, uma zona revitalizada para a Expo 98, realizada no país com o tema "Os oceanos: um patrimônio para o futuro". A cada ano, a região fica mais bonita, com espaços para atividades esportivas, restaurantes, áreas verdes. Bem pertinho está a Ponte Vasco da Gama, a maior da Europa.

Prédios têm forma de caravelas, para lembrar os descobrimentos



Todos os anos, mais de um milhão de pessoas visitam o oceanário


As linhas de metrô e trem passam pela estação Oriente
O Centro Comercial Vasco da Gama é outra atração


Adeus times grandes

Dia 17 de junho de 1992, quarta-feira à noite, Morumbi lotado, final da Taça Libertadores da América, entre São Paulo e Newell´s Old Boys, da Argentina. No primeiro jogo, os argentinos tinham vencido por 1 a 0. Lá estava eu trabalhando como repórter esportivo da Rádio Auri-Verde, de Bauru. O Tricolor ganhou por 1 a 0 no tempo normal, gol de Raí, e a decisão foi para os pênaltis. Raí, Ivan e Cafu marcam os gols do título. O técnico Telê Santana escalou; Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adilson, Pintado e Raí; Muller (Macedo), Palhinha e Elivélton.

Contei este fato para explicar que, mesmo sendo são-paulino, não consegui torcer pelo Tricolor quando o adversário foi o Noroeste. Na verdade, tenho dificuldades em entender como alguém pode ficar contente de ver o São Paulo jogar em Bauru e vibrar descaradamente pela sua vitória. Ainda mais quando o Norusca corria o risco de cair.

Obviamente não vamos exagerar e dizer que esta foi a razão do Noroeste ser rebaixado mais uma vez. O resultado agora é que nem São Paulo, nem Corinthians, nem Palmeiras, nem Santos jogarão no ano que vem em Bauru. E só Deus sabe quando voltaremos a assistir a um time grande no estádio "Alfredo de Castilho". Quem quiser ver uma destas equipes, terá que viajar para Itápolis ou Lins.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Uma copa gigantesca



Já viram uma árvore assim? É um cipestre-português, com 23 metros de diâmetro de copa. Os galhos tiveram que ser sustentados por uma armação de ferro. Está na Praça do Príncipe Real, perto do Bairro Alto, em Lisboa.

Uma passadinha por Castelo de Vide

Há vilas portuguesas que realmente são um charme. De tão acolhedoras, despertam o desejo de voltar e ficar lá por mais tempo. Castelo de Vide, no Alentejo, é assim. A cidade faz parte do distrito de Portalegre (entenderam agora de onde surgiu a nossa Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul?). Do alto é possível avistar a serra de São Mamede e, mais ao fundo, terras espanholas. Um verdadeiro encanto.






A nossa "carrinha" ficou espremida em algumas ruas bem estreitas

Avis e as laranjas




Ruas estreitas, construções históricas, pés de laranja nas calçadas. Assim é Avis, a 150 km de Lisboa, uma vila construída sobre um morro de granito de 200 metros de altitude. Do alto da torre do castelo  é possível olhar os vastos campos ao redor. A primeira referência de Avis data do século XIII, em documentação medieval, quando serviu de base para uma ordem militar que lutou na Reconquista, contra os muçulmanos. Avis também deu nome a uma dinastia portuguesa, talvez a mais emblemática. Ah, dizem que as laranjas, embora tão bonitas, são azedas. Confesso que não experimentei...

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Beleza e coragem dos bichinhos


“O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Provérbios 21:31).

Tirei esta foto do pôr do sol em Álter do Chão, norte do Alentejo (interior de Portugal), onde fica a Cudelaria Nacional. O busto é de D. João V. Este local é o berço da raça lusitana, resultado de uma seleção de centenas de anos. O cavalo lusitano é conhecido por ser versátil, dócil e cheio de coragem. É usado nas touradas e também nos esportes equestres.

Montar me faz lembrar o sítio do Ribeirão Preto, em Arandu, onde meu avô Anísio mandava preparar os animais para quando os netos chegassem. Que delícia passear pelas estradas de terra, abrir as porteiras sem descer, galopar na beira do rio Paranapanema. Para ser sincero, faz muito, mas muito tempo mesmo que não ando a cavalo. Se for para quebrar o jejum montando um da raça lusitana, melhor ainda!