quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Decidido a aprender

Passei algumas vezes em frente à Pinacoteca do Estado, na cidade de São Paulo, mas nunca tinha entrado. Até que tomei coragem e fui com alguns amigos conhecer o museu de arte mais antigo da cidade. Estávamos a caminho do aeroporto de Guarulhos e como havia um tempinho sobrando (que o trânsito quase atrapalhou), veio a decisão. E decisão acertada. Foi um tempo de qualidade, com o prazer de apreciar muitas obras belíssimas. Embora eu não seja um especialista, gosto de olhar as diferenças de estilos e aprender sempre um pouquinho mais de artistas como Auguste Rodin, Alfredo Volpi, Maurício Nogueira Lima, Tarsila do Amaral, Romero Britto, entre outros.
















sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Valorizando o que é nosso

Um passeio que custa R$ 2,00. Isso mesmo, dois reais. Para andar por uma área preservada do cerrado, repleta de animais muito bem cuidados. Meus amigos portugueses que foram ao zoológico de Bauru ficaram encantados com o local e com as espécies que encontraram. Vibraram ao ver a sucuri, os tucanos com bicos de cores variadas, os cisnes negros, a macacada reunida, os felinos, o quati, as aves, os jacarés, as tartarugas namorando, o jaburu, os pássaros, etc. O sanduíche Bauru e o zoológico despontaram na preferência dos portugas. Eles sabem mesmo o que vale a pena...


















quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Como juntar os cacos

Na parte frontal e numa das paredes laterais do prédio da reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, estão imensos painéis de mosaicos com pequenos fragmentos de azulejos, do artista plástico Rodrigo Haro. Fiquei pasmo ao ver as formas, as cores, os desenhos. Pena não ter podido conhecer o hall de entrada, onde estão outros mosaicos com os cacos de azulejos, pois os alunos em greve ocupavam a sala. Fenomenal!













Virei avaiano

Parecia a conquista de um título. E eu lá no meio, no meio da torcida adversária. Estava na capital de Santa Catarina, Florianópolis, quando fiquei sabendo do jogo histórico entre os rivais da cidade, Avaí e Figueirense, que pela primeira vez se enfrentavam no Campeonato Brasileiro. Encontrei um bauruense amigo no hotel e lá fomos ao estádio Orlando Scarpelli, do "Figueira", sabedores que já não havia mais ingressos e que teríamos de pagar aos cambistas. Para nosso surpresa, na primeira bilheteria que perguntamos, encontramos os tíquetes, na parte do Avaí. Espaço pequeno na arquibancada para aquela gente toda e assistimos ao jogo em pé mesmo. E tivemos que pular o tempo todo, como eles! Vibrei com os gols e festejei aquilo que mais se assemelhou a uma conquista inédita. Final: Figueirense 2 x Avaí 3, de virada. Fui contagiado pelo azul e branco. Agora sou também avaiano.



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Uma estufa relaxante

No coração de Lisboa, mais precisamente no Parque Eduardo VII, está a Estufa Fria, um jardim com plantas de vários lugares do mundo. Onde antes existia uma pedreira, há agora lagos, cascatas, cactos, obras de arte, viveiros com peixes de água doce. Inaugurada em 1933, tem uma área de 1,5 hectares. Hoje, funcionam lá também outras duas estufas: a quente e doce, com espécies vegetais tropicais e equatoriais. Para quem precisa relaxar, este é o sítio certo.