quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Por dentro da história

Entre tantos monumentos portugueses, talvez o que mais conte a história do Brasil é o Palácio Nacional de Queluz. Lá nasceu e morreu o nosso D. Pedro I, para eles o D. Pedro IV, o primeiro imperador e também o primeiro chefe de Estado e de governo do Brasil. Foi também o 28º rei de Portugal, mesmo que só por 7 dias, em 1.826. O palácio é tão impressionante quanto o nome de D. Pedro I: Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.

Bem, para conhecer o palácio, é preciso dividi-lo entre o requinte interior e a beleza externa. Não conseguiria explicar os pormenores, mas acho que algumas fotos podem ajudar-nos a entender melhor a importância e a beleza desta obra. O salão onde eram realizadas as festas e recepções é fantástico, logo na entrada. Daí para a frente, só vendo mesmo...

























segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Olhar de tio é mais bonito

Tenho muitas fotos dos meus primeiros 5 anos de vida. Não porque meus pais gostassem de tirá-las, mas sempre o meu tio João Domiciano estava com a máquina por perto. Gostava de fotografar e de revelar, de preferência em preto e branco. Fotos posadas, espontâneas, com ângulos diferentes, sozinho, acompanhado. Depois dos meus 5 anos, ele mudou-se de Avaré, onde eu morava, e as fotos rarearam... E no começo deste mês ele mudou-se novamente, pois penso que Deus estava precisando de um fotógrafo humilde e muito sensível para estar perto dEle. As fotos são da minha infância, mas pelos olhos do meu tio.













sábado, 17 de setembro de 2011

Sem pamonha e com muito humor

"Mãe, fui concebido em Piracicaba?", perguntei. "Não, foi em Avaré", respondeu ela, com convicção. Pois é, eu sabia que meus pais tinham se mudado para Piracicaba logo que se casaram, mas a negativa dela não tirou meu prazer em visitar a cidade, onde moram hoje alguns familiares meus. O rio continua lá, aparentemente mais limpo, com restaurantes às suas margens que servem peixes saborosos. E peixe de água doce eu posso comer, porque o de água salgada ataca minha doença de estimação, a gota.

Atravessar a ponte pênsil e visitar o 38º Salão Internacional do Humor foi outra boa surpresa e até fotografei o que considerei mais interessante, no meu limitado entendimento do assunto. Ah, na saída estava pensando em comer aquela pamonha de Piracicaba, nacionalmente conhecida, mas não coube... Vou ter que voltar lá para experimentar outros peixes, sempre em boa companhia, e agora comer a tal pamonha e outros derivados do milho.