quarta-feira, 5 de outubro de 2011

À procura do vento

Foi sem querer, mas assisti a uma das regatas de um campeonato mundial de windsurf. Passava por Cascais quando aquelas dezenas de pranchas e velas me chamaram a atenção. Como dizem que bons ventos sempre trazem boas notícias, alguns esportistas também procuram - e sempre encontram - os bons ventos da zona de Cascais (especialmente da praia do Guincho).

Quando moleque, acostumei a ver praticantes de windsurf desafiarem o rio Paranapanema, em Avaré. Mas, em geral, as suas águas são tranquilas. Se bem que, da última vez que estive por lá, no inverno deste ano, sofri muito num passeio de balsa. Mas, para compensar, pilotei pela primeira vez um jet ski.

Bem, voltando ao windsurf, está aí um esporte que eu gostaria de aprender. Ainda mais porque as paisagens são sempre atraentes. E deslizar sobre as águas só com a força do vento deve ser uma sensação inesquecível. Se for em Cascais, melhor ainda!






Eles estão por toda parte

BMWs, Audis, Mercedes, Volvos e até Ferraris "dormindo" nas ruas. Imagine estes carrões estacionados em frente ao apartamento onde você mora. Pois bem, em Lisboa é assim que funciona, em grande parte dos locais. Como a maioria dos prédio mais antigos não tem estacionamento subterrâneo, a vaga é mesmo do lado de fora, a céu aberto. Sombra mesmo só com a ajuda das nuvens. Mas para mim era sempre surpreendente ver um Lamborghini, por exemplo, como o das fotos abaixo.





terça-feira, 4 de outubro de 2011

Bem perto dos vulcões

São seis ao todo, espalhados pelo Parque das Nações. Os cones coloridos lembram vulcões e, de repente, espalham muita água ao redor. Mas é uma explosão controlada, até com um barulho interessante. A cada "erupção", a água que jorra corre por um canal ao lado dos vulcões, simulando ondas.

O Parque das Nações, na zona oriental de Lisboa, foi construído para a Expo 98, que teve os oceanos como tema central. Então, por todos os lados é possível encontrar referências ao assunto. Com isso, a área - antes ocupada por indústrias antigas e atividades portuárias - foi reabilitada. É uma surpresa a cada passo, tendo ao fundo o rio Tejo e a Ponte Vasco da Gama.





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Lições de hospitalidade

Imagine uma casa onde a entrada é logo pela cozinha. Daquelas bem espaçosas, com todos os aparatos que uma boa cozinheira gostaria de ter. Na parede, um quadro pendurado: "Regra de ouro: Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam assim fazei-o vós também a eles - Mateus 7:12". Sobre as mesas, uma lembrancinha para cada membro da minha família. No balcão, frutas apetitosas, todas muito bem cortadinhas, inclusive a pera portuguesa, que eles plantam por ali mesmo. E ainda doces típicos da região.

Alguns passos para fora daquela cozinha e estamos em outra, desta vez no prédio anexo onde moram o casal que nos hospeda e a filha mais nova, porque a outra já está casada. Faz frio e a salamandra está acesa, com uma cheirosa sopa de peixe sobre ela, assim como a água, que será usada depois para o chá. Um pão com recheio salgado nos espera, para ser comido em conjunto.

Estes dois fatos ocorreram em dias diferentes, mas existem muitas outra lembranças que também mereciam ficar registradas. Exemplo de hospitalidade é o casal Manuel e Mimi. Eles moram no Livramento, perto de Mafra, em Portugal. Já tenho saudades dos mimos todos. O problema é que quando eles vêm ao Brasil, fica difícil retribuir. Por isso é que a gente sempre que pode volta para visitá-los, para aprender um pouco mais!















sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Boca linda, e amarelinha

Arroz doce com muitas e muitas gemas de ovos (no mínimo 10 por receita). A dona Albertina, uma portuguesa que gosta de cantar o fado, é a especialista que mexeu com meus conceitos sobre o assunto. Sempre acostumado ao arroz doce com poucas gemas e bastante leite condensado - que também fica delicioso - experimentei o tal amarelado e gostei...

Ah, uma vez fui assistir a um concurso de fado e me lembrei de dona Albertina. Não por causa do arroz doce, mas sim porque ela me contou que quando vai a algum show e gosta da voz do cantor, grita assim: "Boca linda!!!". É, ao comer o arroz doce português com tantas gemas, a boca da gente é que fica linda, e bem amarelinha.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Para celebrar a primavera

Uma combinação nota 10, que já estou com saudades. Camarão, moranga (abóbora), catupiry, aquele temperinho de mãe e um tempinho no forno.Uau! Depois um arroz para acompanhar, e pronto. Está aí o prato para comemorar a chegada da primavera brasileira. Da última vez que comi, estava com meu amigo Jongim, um brasileiro aportuguesado, ou vice-versa, e minha família. Hum, fiquei pensando num bacalhau com moranga. Talvez funcione...



O caminho da submissão

A ênfase da carta aos Hebreus é a perseverança. Os judeus que tinham se rendido a Cristo não deveriam recuar na sua fé e ter a alma destruída, mas sim vigiar até o fim. O capítulo 13 é o último e traz várias recomendações, inclusive do nosso esforço para agradar a Deus, que envolve o sacrifício de louvor, a prática do bem, a cooperação mútua e necessidade do entendimento e do exercício da autoridade espiritual. Por três vezes neste capítulo o autor cita a relação entre os guias, os líderes, e seus liderados, o pastor e suas ovelhas (v. 7, 17 e 24).