Há situações que marcam nossa história e que, de repente, ganham vida e deixam de ser apenas uma vaga lembrança do passado. Como fui praticamente obrigado a presentear os meus filhos, por causa do Dia das Crianças (digo isso pela insistência deles e não pelo meu prazer de dar-lhes algo), recordei da minha primeira bicicleta. É um fato que traz muitos ensinamentos.
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
A venda está de novo em pauta
A venda (ou um mercadinho) que era do meu avô Anísio passou para meu tio Osvaldo e agora é o meu primo Osvaldinho quem cuida do negócio, no sítio do Ribeirão Preto, na zona rural de Arandu. O local serviu de cenário para as fotos de um dos discos de Chitãozinho e Xororó e voltou a ser comentado porque apareceu recentemente num programa de televisão. Já tinha falado sobre a capa aqui neste blog, quando escrevi "A vó, o sítio e os cowboys". Mas foi muito legal ver a reportagem sobre o assunto. Eu, que trabalhei nesta emissora por um tempo, nunca tive a oportunidade de fazer algo assim. Mas me senti realizado da mesma forma.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Passeio medieval
Quem já participou de uma feira medieval? Ora pois, ninguém que esteja vivo. Morreram todos daquela época! Deixando de lado a piadinha infame, encontrei uma feira em frente ao Palácio Nacional de Queluz, ao lado da pousada histórica Dona Maria I. Com comidas, roupas e decoração típicas, jogos tradicionais, artesanatos e muita simpatia. E ainda achei um belíssimo jardim com flores d´água. Estas, bem atuais.
Um pedacinho do céu em casa
Uma das fotos do jardim de minha casa foi publicada no Jornal da Cidade de Bauru, na edição do dia 5 de outubro (quarta-feira). Os leitores, como eu, enviam registros da primavera e a editoria de fotografia faz uma seleção. Aí, inspirado, aproveitei para voltar com a minha Sony Cyber-shot 8.1 mega pixels ao quintal e encontrei outras belezas: a flor de uma bromélia, muitos cocos, flores variadas e até temperos.
Achei muito legal a iniciativa do JC, onde trabalhei por vários anos, na editoria de esportes - com o super Leonardo de Brito - e no fechamento da primeira página. Inclusive a minha monografia do curso de jornalismo da Unesp foi sobre a implantação de um caderno de esportes no jornal, hoje já uma realidade. Acredito que com algumas alterações gráficas e mais objetividade no conteúdo o Jornal da Cidade seguirá líder de mercado por muito tempo.
Ainda sobre a natureza, penso que o céu será florido, colorido, cheio de árvores gigantescas, com todas aquelas variações da cor verde que conhecemos e outras mais. Afinal, após a criação Deus colocou o homem num jardim, o do Éden. E ele só saiu de lá porque foi expulso. Então, vamos curtir mais a natureza, não é? Eu começo pelo pedacinho do céu que tenho no fundo de casa.
Achei muito legal a iniciativa do JC, onde trabalhei por vários anos, na editoria de esportes - com o super Leonardo de Brito - e no fechamento da primeira página. Inclusive a minha monografia do curso de jornalismo da Unesp foi sobre a implantação de um caderno de esportes no jornal, hoje já uma realidade. Acredito que com algumas alterações gráficas e mais objetividade no conteúdo o Jornal da Cidade seguirá líder de mercado por muito tempo.
Ainda sobre a natureza, penso que o céu será florido, colorido, cheio de árvores gigantescas, com todas aquelas variações da cor verde que conhecemos e outras mais. Afinal, após a criação Deus colocou o homem num jardim, o do Éden. E ele só saiu de lá porque foi expulso. Então, vamos curtir mais a natureza, não é? Eu começo pelo pedacinho do céu que tenho no fundo de casa.
À procura do vento
Foi sem querer, mas assisti a uma das regatas de um campeonato mundial de windsurf. Passava por Cascais quando aquelas dezenas de pranchas e velas me chamaram a atenção. Como dizem que bons ventos sempre trazem boas notícias, alguns esportistas também procuram - e sempre encontram - os bons ventos da zona de Cascais (especialmente da praia do Guincho).
Quando moleque, acostumei a ver praticantes de windsurf desafiarem o rio Paranapanema, em Avaré. Mas, em geral, as suas águas são tranquilas. Se bem que, da última vez que estive por lá, no inverno deste ano, sofri muito num passeio de balsa. Mas, para compensar, pilotei pela primeira vez um jet ski.
Bem, voltando ao windsurf, está aí um esporte que eu gostaria de aprender. Ainda mais porque as paisagens são sempre atraentes. E deslizar sobre as águas só com a força do vento deve ser uma sensação inesquecível. Se for em Cascais, melhor ainda!
Quando moleque, acostumei a ver praticantes de windsurf desafiarem o rio Paranapanema, em Avaré. Mas, em geral, as suas águas são tranquilas. Se bem que, da última vez que estive por lá, no inverno deste ano, sofri muito num passeio de balsa. Mas, para compensar, pilotei pela primeira vez um jet ski.
Bem, voltando ao windsurf, está aí um esporte que eu gostaria de aprender. Ainda mais porque as paisagens são sempre atraentes. E deslizar sobre as águas só com a força do vento deve ser uma sensação inesquecível. Se for em Cascais, melhor ainda!
Eles estão por toda parte
BMWs, Audis, Mercedes, Volvos e até Ferraris "dormindo" nas ruas. Imagine estes carrões estacionados em frente ao apartamento onde você mora. Pois bem, em Lisboa é assim que funciona, em grande parte dos locais. Como a maioria dos prédio mais antigos não tem estacionamento subterrâneo, a vaga é mesmo do lado de fora, a céu aberto. Sombra mesmo só com a ajuda das nuvens. Mas para mim era sempre surpreendente ver um Lamborghini, por exemplo, como o das fotos abaixo.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Bem perto dos vulcões
São seis ao todo, espalhados pelo Parque das Nações. Os cones coloridos lembram vulcões e, de repente, espalham muita água ao redor. Mas é uma explosão controlada, até com um barulho interessante. A cada "erupção", a água que jorra corre por um canal ao lado dos vulcões, simulando ondas.
O Parque das Nações, na zona oriental de Lisboa, foi construído para a Expo 98, que teve os oceanos como tema central. Então, por todos os lados é possível encontrar referências ao assunto. Com isso, a área - antes ocupada por indústrias antigas e atividades portuárias - foi reabilitada. É uma surpresa a cada passo, tendo ao fundo o rio Tejo e a Ponte Vasco da Gama.
O Parque das Nações, na zona oriental de Lisboa, foi construído para a Expo 98, que teve os oceanos como tema central. Então, por todos os lados é possível encontrar referências ao assunto. Com isso, a área - antes ocupada por indústrias antigas e atividades portuárias - foi reabilitada. É uma surpresa a cada passo, tendo ao fundo o rio Tejo e a Ponte Vasco da Gama.
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