sábado, 14 de janeiro de 2012

Quem ama, evangeliza

Mais do que um ato de obediência e fidelidade cristã, anunciar o Evangelho do Reino de Deus é amar. Deus todo-poderoso, o Rei, o criador de todas as coisas, o Senhor, o dono, o único Deus vivo, Deus conosco, providenciou uma solução divina para a minha, para a sua vida. Uma solução para a nossa solidão, para o nosso desconforto espiritual, para o buraco que existe em nós quando estamos longe dEle.

Jesus veio ao mundo, tomou a forma de homem, para morrer por nós, no nosso lugar. Outro igual a Ele não há. Capaz de se doar, se entregar para uma morte sofrida, humilhante, na cruz, indigna. A obra de Jesus foi perfeita. O amor de Deus pelo mundo já foi demonstrado com o feito mais espetacular de toda a história da humanidade. E todos precisam saber disso, para que Jesus volte.

Deus pensou no mundo, pensou em todas as partes dele. Jesus veio nos ensinar o que é o amor verdadeiro, genuíno, de se dar pelo outro, dar a vida pelo outro. E ele nos deixou algumas novas ordens: “Novo mandamento vou dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que vos ameis uns aos outros” João 13:34.

Como foi o amor de Jesus por nós? Um amor sacrificial, de se entregar, de se pôr à disposição, de dar tudo o que tem”. É esta a categoria, o nível do amor que Jesus nos ensinou. Não devemos pensar que é impossível para nós amar desta forma. Assim como é uma comparação. Sabe, Jesus fez o principal, amou ao mundo. E precisamos divulgar isto. Ele pede que amemos os que estão próximos de nós, as pessoas ao nosso redor, do nosso círculo de amizade, os nossos familiares, aqueles necessitados que temos a oportunidade de alcançar.

Nós temos o péssimo costume de ficar escolhendo a quem amar. Precisamos deixar de discriminar as pessoas, de colocar rótulos nelas. Temos mais facilidade para nos dar bem com as pessoas que se identificam conosco. E com isto, excluímos muitos dos possíveis evangelizados.

Esta é a mensagem da cruz: o Cristo que veio ao mundo, morreu por nossos pecados, ressuscitou, está à direita do Pai. E os que crêem nisso e recebem Jesus como Salvador de suas vidas têm a vida eterna. Os que não crêem já estão condenados.

Pregar é amar, é demonstrar interesse pelo outro, para que a pessoa deixe as trevas, a escuridão espiritual e seja transportada para o Reino dos Céus,  para uma vida ao lado de Deus. Esta deve ser a nossa motivação!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Pensando bem...

O livro de Eclesiastes expressa a situação do autor, Salomão, e de todo o homem que está afastado de Deus e busca uma restauração. Embora seja inspirado pelo Espírito Santo, o livro não representa a filosofia de Deus para nosso viver, mas leva-nos a uma profunda reflexão sobre o sentido da vida.
Veja o texto de Eclesistas 11:9 a 12:1: ""Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos do teu coração, e pela vista dos teus olhos, mas sabe que por todas estas coisas te trará Deus a juízo. Afasta, pois, a ira do teu coração, e remove da tua carne o mal, pois a juventude e o vigor são vaidade. Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venha a dizer: Não tenho neles contentamento…”

Nestes três versículos, a ordem é temer a Deus, ou seja, levá-Lo a sério, sabendo que um dia iremos prestar contas de todos os nossos atos e pensamentos. O temor envolve reverência, respeito a Deus, à Sua santidade e às Suas coisas. Onde há temor, há pontualidade, há zelo, há disposição para ser discípulo. 

Quando somos jovens, temos a tendência de pensar que o temor não é importante e que pode ser deixado para mais tarde. Por isso, esta época é chamada por Salomão de vaidade, que vem do latim “vão”, que significa vazio, vácuo, oco. Uma época onde geralmente não valorizamos o que é importante e vivemos de uma certa aparência.

Então, não devemos deixar os anos passarem e os problemas e dificuldades aumentarem, mas lembrarmos hoje quem é nosso Deus. É tempo de pararmos, considerarmos, tomarmos uma atitude diante daquele que é o Senhor sobre todas as coisas e que quer reinar sobre nossas vidas!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Diálogo com um missionário

A sede dos países latino-americanos por fazer missões, por cumprir a ordem de Jesus, tem inspirado igrejas e líderes em todo o mundo, mas também os erros cometidos se avolumam na proporção em que um batalhão de obreiros avança por caminhos já conhecidos e outras regiões inóspitas.

Não precisamos de muito esforço para encontrar desde missionários que foram abandonados por suas igrejas aos que se encantam pelo dinheiro. O mais triste é ver pessoas vocacionadas, bem preparadas até, que se vêem obrigadas a deixar o ministério para sustentar a família ou completar a renda da casa. Talvez seja mais fácil entender através deste diálogo que tive pela internet com um missionário, enquanto eu morava em Portugal. Preservei o nome dele e o lugar onde mora. As falas do missionário estão em preto e as minhas em vermelho:

- Olá, Marcus, como está? Quanto tempo hein...
- Pois é. Como estão as coisas por aí? E a esposa?
- Bem, está vendo o sorriso dela (na foto)? Estamos bem melhor agora. Li seu e-mail, como foi a visita do pastor e os batismos?
- Tudo ótimo. Recebemos a visita da nossa liderança de Bauru e tivemos um tempo muito abençoado. Foram 3 batismos.
- Olha só, que bom!
- Mas valeu muito também pela comunhão.
- Sim, com certeza. Por aqui estamos orando ainda em relação a abrir um trabalho. Mas estamos trabalhando com o pessoal de uma missão, e as coisas têm corrido bem.
- Agora vamos implantar mais alguns grupos nas casas.
- Ótimo, isso é sinal de benção sobre suas vidas. Há muitos meses não falamos com nosso pastor.
- Por que essa dificuldade? Mas mantém contato por e-mail...
- Somente com o líder de missões. Tivemos muitas dificuldades aqui e não fomos socorridos. Isso nos magoou muito. Agora estamos bem, não temos ressentimentos. Porém, tivemos muitas dificuldades, inclusive doenças aqui e nunca recebemos um telefonema.
- Vocês foram enviados pela igreja?
- Sim.
- Sabe, as igrejas locais precisam entender que enviar tem um sentido amplo, que significa não só orar, mas acompanhar, manter contato, orientar, suprir emocionalmente E FINANCEIRAMENTE. É coberta completa.
- Sim, e aqui fui trabalhar na roça para poder comer , pois não tínhamos nada. Então adoeci. Fiquei sem dinheiro para pagar renda, alimentação, remédios.
- Tenho encontrado muitas pessoas na mesma situação que a sua. Com esta experiência sua, é preciso ensinar nossas igrejas e os líderes.
- E liguei para o pastor. Quando disse que havia trabalhado na roça, ele riu. O pastor disse-me para orar mais, pois era falta de fé de minha parte, segundo ele. O líder de missões foi quem se esforçou um pouco depois e nos mandou algo. Mas mesmo assim essa ajuda foi esporádica e incerta. Foi muito difícil.
- E agora, como está?
- Agora, nos mandaram 180 euros mês passado. E disseram que vão mandar mais este mês.  Estou aguardando.
- Como você tem se agüentado aí?
- Pois eu e a minha esposa estamos desempregados no momento. Estive a trabalhar no verão e ela também.
- Vocês estão legais no país?
- Não, nosso visto venceu. Não pudemos renovar.
- E a missão que estão envolvidos, ajuda vocês?
- Foi a benção que Deus preparou para nós aqui. Nos ajudaram e nos ajudam muito.
- Inclusive financeiramente?
- Sim, quando preciso algumas pessoas ajudam. Não a missão em si, mas alguns componentes dela. Olha, quando fomos enviados para cá foi para cuidar de uma igreja que já existia aqui. Mas na verdade era uma tremenda falcatrua. O cara era um picareta, totalmente enrolado. Não havia igreja, devia para todo mundo e fugiu para a Espanha. E nós ficamos aqui, sem conhecer nada nem ninguém. Sem documentação, sem emprego, e sem ajuda.
- Como posso te ajudar?
- Por enquanto bastam suas orações e sua amizade. Isso é muito importante para nós.  Para o futuro não sei ainda, não sei nem que faremos. Mas tenho a certeza de que Deus nos direcionará. Um dia quando tivermos a oportunidade de conversarmos pessoalmente eu lhe conto tudo em detalhes.
- Meu irmão, força aí e mantenha seus olhos em Jesus. Confesso que fiquei com muito desejo de visitá-los para estarmos juntos, mas Deus há de preparar. O que você precisar, conta com a gente.
- Agradeço mais uma vez. Que Deus os abençoe grandemente, como tem feito até agora. Fique bem e mande um abraço para a Cássia.
- Abraço pra sua esposa também. Que a paz de Cristo invada os seus corações.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

No meu, Ele já está!

Completei 16 anos de casado em dezembro passado, e tenho uma cópia das palavras ditas na cerimônia. Penso que todo casal precisa se lembrar sempre dos votos feitos naquele dia, do compromisso assumido diante de Deus, das autoridades e dos convidados.

Hoje, infelizmente, vivemos em uma sociedade em que há casamentos descartáveis, casamentos que existem somente para satisfazer as necessidades de cada cônjuge, separadamente. Mas o casamento para Deus vai muito além disso. Deus instituiu a união do homem e da mulher para que eles fossem abençoados através deste mútuo relacionamento. Porque Deus sabia que a família sendo abençoada, acabaria abençoando também toda a sociedade humana. 

Separei um trecho da mensagem de Edy Chagas:

"Nós sabemos que o amor humano é muito falho, frágil, por isso nós precisamos de Deus, do amor que vem de Deus, o amor ágape, aquele que está descrito em I Coríntios 13, que é o texto talvez mais bonito que eu conheço, que fala sobre o amor.  E que a Cássia me contou que tanto gosta.
O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, diz: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transpor montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará” (1 Coríntios 13:1-3).
E eu gostaria de refletir um pouco mais sobre este texto, incluindo nele fatos cotidianos. Ainda que eu trabalhe todos os dias, desde bem cedo até o anoitecer, e traga todos os bens que eu possa comprar para a casa, e encha minha casa destas coisas importadas que nós temos agora nas lojas, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
Ainda que eu tenha a casa repleta de amigos, de música, que faça festas intermináveis, no Natal encha a minha casa de luzes, de enfeites, de comida, de presentes, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
Ainda que eu coloque alvos bem específicos e trace planos bem definidos, com toda minha inteligência, minha capacidade, e me esforce ao máximo para cumprir os meus planos, se não tiver amor, eu nada conseguirei.
E voltando ao texto, o amor verdadeiro, só Deus pode nos dar. Por isso Deus tem que estar em todos os momentos no casamento. O amor de Deus é assim, ele continua descrevendo aqui em 1 Coríntios 13:4-8 (os grifos são explicações de Edy): “O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece (não se vangloria, não se torna soberbo, orgulhoso), não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses (não quer ser feliz sozinho, quer fazer o outro feliz, não quer ser entendido, quer entender, não quer ser servido, mas servir, não quer receber, mas dar) , não se exaspera, não se ressente do mal (não fica magoado, dias e dias emburrado, sem falar um com o outro, mas perdoa e esquece, quantas vezes foram necessárias); não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba”.
Este é o amor que vem de Deus. E só em Deus podemos tê-lo. Por nós mesmos não podemos. É por isso que, quem sabe, muitos casamentos não continuam por muito tempo. Porque não têm este tipo de amor, não têm Deus, não se lembram de Deus. Sem Deus na nossa vida e no nosso lar, este amor é impossível de obter".

Que tal colocar Deus no seu casamento? No meu, Ele já está!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Da morte para a vida

Estava num velório e a irmã do morto gritava assim: "Acabou, acabou, acabou mano, mano, mano, mano, mano. Acabou!". Passavam-se alguns minutos e ela voltava com aquela voz estridente: "Acabou mano, acabou, acabou". Entendo que aquela sequência de palavras realmente expressava a dor daquela mulher, diante da separação. A verdade é que não fomos feitos para morrer, mas para viver eternamente. Por causa do pecado, veio a morte, e com ela o nosso inconformismo diante desta realidade. "O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Romanos 6:23).

Mesmo que a medicina avance ainda mais, num aumento contínuo da expectativa de vida, continuaremos a tombar no campo de batalha. "Não há nenhum homem que tenha domínio sobre o vento para o reter; nem tampouco tem ele poder sobre o dia da morte" (Eclesiastes 8:8). Deus, que sabe quantos fios de cabelo temos, sabe também os nossos dias. Por isso o salmista faz um pedido especial: "Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio" (Salmos 90:12).

Sinceramente, não sei se existe morte mais bonita ou mais feia. Sei que a morte existe e que ela chega para todos. Para o rico, para o pobre, para o humilde, para o orgulhoso, para a criança, para o idoso. Aprendi também que Deus aprecia quando chega a hora de estar junto, para sempre, dos que crêem nEle, na obra do Seu Filho, na ação do Espírito Santo. "Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos" (Salmos 116:15).

Cristo nos garante a vida eterna. É Ele quem venceu a morte, pois ressuscitou, e nos fez vencedores também: "De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e nele crer tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia" (João 6:40).  O apóstolo João, ao ter a visão descrita em apocalipse, registra: "Quando o vi, caí a seus pés como morto. Porém ele pôs sobre mim a mão direita, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último e aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno" (Apocalipse 1:17 e 18).

A Bíblia garante que podemos ter convicção da vida eterna. Para que alguém seja salvo (torne-se filho de Deus ou nasça de novo), precisa se arrepender do pecado da rebelião, que é achar que pode viver de modo independente de Deus. Todos somos pecadores e precisamos de arrependimento: "...pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). A nossa fé precisa ser colocada em Jesus, não em coisas, religião, méritos próprios. Uma vez que Cristo levou nosso pecados na cruz, Ele é o único que pode nos salvar. E, assim, entregamos a nossa vida a Jesus: "Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome" (João 1:12).

Você tem esta convicção?

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

A mulher do ácido

Conheci uma moça que cometeu um grave engano, que poderia tê-la matado. Ela bebeu ácido enquanto trabalhava numa fábrica de acessórios para sapatos. Quando chegou pela manhã, colocou sua garrafa d´água na geladeira da empresa. Acontece que o patrão também tinha guardado o ácido, usado para dar mais brilho aos metais, num recipiente parecido e no mesmo local. Ao ter sede, ela pegou a garrafinha de ácido e, num só gole, tomou mais da metade. Percebeu que a água estava com um gosto estranho, mas a sede era tanta que seguiu adiante. Sabe o que isto causou? Diarreia e nada mais.

Ao saber da história, lembrei-me na hora do que Jesus disse: "Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome, expelirão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados" (Marcos 16:17 e 18).

Assisti a um documentário sobre igrejas onde o ápice era manusear serpentes, para "provar" que, mesmo picadas, as pessoas viveriam. Mas um dos integrantes morreu, após abusar daqueles animais peçonhentos. O versículo fala da proteção de Deus enquanto o evangelho está sendo pregado em todo o mundo, enquanto obedecemos o "ide". Não é simplesmente um exibicionismo ou coisa parecida.

O campo missionário da mulher do ácido era o seu trabalho. Ali ela testemunhava sobre Cristo, a Sua obra, a Sua vida, morte e ressurreição. Assim ela foi salva da morte. E se Jesus falou, muitos outros também serão, como também serão libertos de demônios e curados!

domingo, 8 de janeiro de 2012

A coisa é séria

Uns amigos convidaram o meu caçula para o ir ao shopping center e ficaram de informar por telefone a hora que poderiam pegá-lo. Esse menino não deu sossego o dia inteiro. Cada vez que o telefone tocava, ele corria para atender. E se outra pessoa da casa chegava primeiro, queria saber quem era do outro lado da linha. Ficou assim até o final da tarde, quanto ele já estava perdendo a esperança e nós não aguentávamos mais o stress. Enfim chegou a esperada ligação!

Semana passada, ouvi um pai dizer para outro que só combinasse com seu filho de levá-lo para passear quando fosse mesmo. É que dias atrás o convite não pôde ser cumprido e a criança ficou decepcionada com a promessa não realizada. Sei que ocorrem contratempos, mas temos que levar a sério aquilo que falamos. "Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno" (Mateus 5:37). 

Se eu acerto algo com alguém, procuro cumprir. Caso ocorra alguma situação inesperada, tenho a obrigação de informar imediatamente. Parece que não é necessário esse cuidado, soa como exagero, mas prefiro assim. "É bom ser sempre zeloso pelo bem" (Gálatas 4:18). "No zelo, não sejais remissos" (Romanos 12:11).

E quando se trata de "combinar" algo com nosso Deus, não podemos mesmo vacilar. "Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos. Cumpre o voto que fazes" (Eclesiastes 5:4).