Tenho acompanhado algumas pessoas próximas que estão voltando para casa depois de viverem alguns anos no Exterior. A crise financeira na Europa tem cuspido brasileiros para o outro lado do oceano com a mesma frequência que bebemos água para matar a sede. Posso afirmar que voltar para o país de origem é mais complicado do que se adaptar lá fora. A maioria não entende o que se passa e demonstra grande frustração no retorno.
O caderno Equilíbrio, da Folha de São Paulo (06/03/12), dá o nome de "Síndrome da volta pra casa" a este processo (Brasileiros sofrem síndrome do regresso). Em resumo, "a adaptação em um país diferente acontece em cerca de seis meses. Já a readaptação em seu país de origem leva até dois anos", diz a psicóloga Kyoko Nakagawa.
A empolgação e o entusiasmo ao estarmos num local diferente escondem nossas angústias pelo desconhecido. É assim que vamos nos aculturando. Na minha experiência, só depois de um ano, no mínimo, é que começamos a fazer comparações com o que tínhamos na terra natal. É o chamado "choque cultural", muito necessário para assentar a adaptação, pois nos conscientiza da realidade que enfrentamos.
Na volta para casa tudo fica mais complicado, pois precisamos nos readaptar a um contexto que já funciona bem sem a nossa presença e participação. Os espaços que deixamos na partida não existem mais e precisamos criar novas maneiras de servir sem melindrar aquelas pessoas que deram certo. Um verdadeiro jogo de xadrez.
Tem um livro muito bom sobre a preparação do missionário, escrito por Joed Venturini de Souza - que conheci em Portugal - , chamado "Antes do Ide" (editora Juerp, lançado em 2004) . O material tem despertado em mim o interesse de entrevistar várias pessoas que retornaram ao Brasil, depois de morarem fora do País, e publicar as impressões delas, que juntarei com a experiência da minha família. Já tenho o título, que ninguém mais pode copiar: "Depois do ide!".
quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Você já viu Jesus?
Ao ler as páginas amarelas da revista Veja deparei-me com um fato estarrecedor. O entrevistado fora missionário cristão na Amazônia por vários anos, junto com sua família, mas agora declarava-se ateu. O homem explicou que aos 17 anos conheceu sua esposa e passou a frequentar os cultos. Depois, segundo ele, se converteu, fez cursos de preparação para trabalhar entre os índios, e veio para o Brasil. O momento decisivo para ele foi a pergunta de um índio: "Você já viu Jesus?".
Nos tempos de Jesus, muitos queriam vê-lo, como Zaqueu, por exemplo, que subiu numa grande árvore e acabou sendo descoberto. Logo no início do ministério de Cristo, o alvoroço era enorme, despertando o interesse também dos povos não judeus: "Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos; estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem" (João 12:20-23).
O próprio Filipe pediu a Jesus que lhe mostrasse o Pai, e isso bastaria para ele. E a resposta foi: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (Joaõ 14:8 e 9). Por isso o autor de Hebreus explica que "a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" (Hebreus 11:1).
Como é que podemos ver a Jesus hoje? Pelos olhos da fé. Cremos na Sua obra, nos abrimos à Sua ação e temos oportunidade então de contemplar a beleza do Filho. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8 e 9). O apóstolo João reforça esta questão em sua primeira epístola: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5:20).
Portanto, temos que seguir firmes naquilo que cremos, senão seremos desqualificados e ficaremos de fora da grande festa que Deus tem preparada para os seus filhos: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará; todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma" (Hebreus 10:35-39).
Nos tempos de Jesus, muitos queriam vê-lo, como Zaqueu, por exemplo, que subiu numa grande árvore e acabou sendo descoberto. Logo no início do ministério de Cristo, o alvoroço era enorme, despertando o interesse também dos povos não judeus: "Ora, entre os que subiram para adorar durante a festa, havia alguns gregos; estes, pois, se dirigiram a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e lhe rogaram: Senhor, queremos ver Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e André e Filipe o comunicaram a Jesus. Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do Homem" (João 12:20-23).
O próprio Filipe pediu a Jesus que lhe mostrasse o Pai, e isso bastaria para ele. E a resposta foi: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me tens conhecido? Quem me vê a mim vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai?" (Joaõ 14:8 e 9). Por isso o autor de Hebreus explica que "a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" (Hebreus 11:1).
Como é que podemos ver a Jesus hoje? Pelos olhos da fé. Cremos na Sua obra, nos abrimos à Sua ação e temos oportunidade então de contemplar a beleza do Filho. "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2:8 e 9). O apóstolo João reforça esta questão em sua primeira epístola: "Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna" (1 João 5:20).
Portanto, temos que seguir firmes naquilo que cremos, senão seremos desqualificados e ficaremos de fora da grande festa que Deus tem preparada para os seus filhos: "Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará; todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma" (Hebreus 10:35-39).
segunda-feira, 5 de março de 2012
Esperar em Deus
"Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu" (Salmos 42:5).
Tenho acompanhado uma pessoa próxima que luta contra uma doença grave. E este combate pela vida se dá passo a passo, dia a dia, com altos e baixos, pequenas melhoras e grande esperança. A vontade de continuar respirando, interagindo, sorrindo, conversando é tanta que contagia aqueles que se achegam.
Tenho acompanhado uma pessoa próxima que luta contra uma doença grave. E este combate pela vida se dá passo a passo, dia a dia, com altos e baixos, pequenas melhoras e grande esperança. A vontade de continuar respirando, interagindo, sorrindo, conversando é tanta que contagia aqueles que se achegam.
Novas técnicas de tratamento podem aumentar as chances de sucesso do tratamento e é nisso que os médicos se apoiam. O paciente, obviamente, também fica animado ao saber que há maiores possibilidades de superar esta fase tão difícil. E a expectativa positiva dos familiares é fundamental neste processo todo.
Assim passam as horas, os dias, as semanas e é possível vislumbrar o fim desejado, que é a recuperação completa, a cura total, o restabelecimento por inteiro. É o que todos desejam. Como diz o salmista, só nos resta ESPERAR EM DEUS.
domingo, 4 de março de 2012
Relaxar é preciso
A chuva era um convite para ficar em casa. Pensei na primeira solução, o guarda-chuva, e não encontrei. Sábado à noite, a esposa pensando num programa diferente. Mesmo assim, decidi ir ao estádio para assistir ao jogo de futebol do time da minha cidade. O importante foi ter encontrado companhia, um apaixonado por esportes, pai de família tão louco quanto eu.
Debaixo d´água vimos nossa equipe fazer 3 a 0 contra o líder do campeonato e depois ceder o empate. No segundo tempo, mais dois gols para nós e a vitória merecida, 5 a 3. Um hamburguer, refrigerante, várias paçoquinhas e um pacote de amendoim torrado depois, a satisfação, mesmo tendo que usar uma capa plástica e estar com os pés molhados. Senti algo parecido quanto esta minha equipe, em 1992, estava perdendo por 4 a 0 e depois conseguiu uma virada histórica por 5 a 4.
Há momentos em que precisamos extravasar, relaxar um pouco, colocar as ideias em ordem. Cada um tem seu jeito. Alguns vão pescar, outros viajam. Quando eu morava numa cidade maior, gostava de entrar em algumas lojas e ficar observando os produtos, mesmo sem comprar nada, porque dinheiro não tinha mesmo. Enfim, estou ligado às atividades esportivas, seja praticando ou assistindo.
Melhor ainda é ter a oportunidade de desabafar diante de Alguém que conhece nossos problemas, que nos criou, nos adotou em Sua família e quer o melhor para nós. Hoje entendo que, por melhor que seja o que façamos, nada vai superar o privilégio de um diálogo franco e direto com Deus. Nem o título do nosso time preferido chega aos pés deste relacionamento possível!
Debaixo d´água vimos nossa equipe fazer 3 a 0 contra o líder do campeonato e depois ceder o empate. No segundo tempo, mais dois gols para nós e a vitória merecida, 5 a 3. Um hamburguer, refrigerante, várias paçoquinhas e um pacote de amendoim torrado depois, a satisfação, mesmo tendo que usar uma capa plástica e estar com os pés molhados. Senti algo parecido quanto esta minha equipe, em 1992, estava perdendo por 4 a 0 e depois conseguiu uma virada histórica por 5 a 4.
Há momentos em que precisamos extravasar, relaxar um pouco, colocar as ideias em ordem. Cada um tem seu jeito. Alguns vão pescar, outros viajam. Quando eu morava numa cidade maior, gostava de entrar em algumas lojas e ficar observando os produtos, mesmo sem comprar nada, porque dinheiro não tinha mesmo. Enfim, estou ligado às atividades esportivas, seja praticando ou assistindo.
Melhor ainda é ter a oportunidade de desabafar diante de Alguém que conhece nossos problemas, que nos criou, nos adotou em Sua família e quer o melhor para nós. Hoje entendo que, por melhor que seja o que façamos, nada vai superar o privilégio de um diálogo franco e direto com Deus. Nem o título do nosso time preferido chega aos pés deste relacionamento possível!
sábado, 3 de março de 2012
DNA caipira
Vi um carro estes dias com um colante bem grande no vidro traseiro: "DNA caipira". Gostei da frase. Gostei porque tem a ver comigo, com minhas raízes, com minha história. Por incrível que pareça, há pessoas que preferem nem lembrar que são do interior, porque pode prejudicá-las de alguma maneira. Outras se julgam melhores porque são da capital ou de grandes centros. Tudo uma grande besteira.
Falo mesmo com o "r" bem puxado e não tenho vergonha disso. Aprecio música caipira e moda de viola. Curto pescar, andar a cavalo. Fui criado assim, no sítio dos meus avós. Domingo era dia de reunir a família, de macarronada, de jogo no campo de futebol da família, de ficar todo sujo por brincar na terra. Aliás, eu bem que queria ir embora com a roupa limpa, mas não conseguia.
Sou do tempo em que beber leite da vaca quentinho no curral era algo bom para saúde. Minha avó mandava a gente escolher a galinha para o almoço no quintal e depois cuidava de destroncar o pescoço dela e de depená-la na água fervendo. Às vezes me pedia para moer o café. E que tremenda festa quando as mulheres se reuniam para fazer pamonha. Descascar o milho, ralar, cozinhar naquelas panelas enormes.
Esperava chegar o período de férias para passar uns dias no sítio. Povo acolhedor, onde nunca faltava um prato de comida para os visitantes. Gente trabalhadora, que cuidava com afinco das suas plantações. Ficava ouvindo as conversas, aprendendo sobre o clima, sobre as culturas, sobre futebol, sobre a vida. Sou caipira sim, está no meu DNA. Estou pensando onde vou colocar um colante como aquele!
Falo mesmo com o "r" bem puxado e não tenho vergonha disso. Aprecio música caipira e moda de viola. Curto pescar, andar a cavalo. Fui criado assim, no sítio dos meus avós. Domingo era dia de reunir a família, de macarronada, de jogo no campo de futebol da família, de ficar todo sujo por brincar na terra. Aliás, eu bem que queria ir embora com a roupa limpa, mas não conseguia.
Sou do tempo em que beber leite da vaca quentinho no curral era algo bom para saúde. Minha avó mandava a gente escolher a galinha para o almoço no quintal e depois cuidava de destroncar o pescoço dela e de depená-la na água fervendo. Às vezes me pedia para moer o café. E que tremenda festa quando as mulheres se reuniam para fazer pamonha. Descascar o milho, ralar, cozinhar naquelas panelas enormes.
Esperava chegar o período de férias para passar uns dias no sítio. Povo acolhedor, onde nunca faltava um prato de comida para os visitantes. Gente trabalhadora, que cuidava com afinco das suas plantações. Ficava ouvindo as conversas, aprendendo sobre o clima, sobre as culturas, sobre futebol, sobre a vida. Sou caipira sim, está no meu DNA. Estou pensando onde vou colocar um colante como aquele!
sexta-feira, 2 de março de 2012
A diferença que faz um homem disposto
"Então, disse o Espírito a Filipe: Aproxima-te desse carro e acompanha-o. Correndo Filipe, ouviu-o ler o profeta Isaías e perguntou: Compreendes o que vens lendo?" (Atos 8:29 e 30).
Estes versículos nos mostram pelo menos 4 atitudes do diácono Filipe, que são exemplares:
1 - disposição para obedecer - ao ouvir o Espírito Santo, ele prontamente se dispôs a pregar o evangelho do Reino de Deus, a pessoa de Jesus Cristo, a um alto oficial etíope;
2 - disposição para servir - para alcançar o carro precisou acelerar, correr, colocar seu corpo em movimento, sair da sua posição de comodismo, tomar uma atitude, caso contrário a chance passaria;
3 - disposição para ouvir - por alguns instantes, prestou atenção no que aquele homem lia em voz alta;
4 - disposição para ensinar - a pergunta sobre a compreensão da leitura abriu oportunidade para a aproximação de Filipe e para que fossem dadas as explicações que o oficial tanto precisava.
Como resultado, o homem creu em Jesus e foi batizado. Quem fazia uma viagem cheia de frustrações, por não entender as Escrituras, agora podia seguir seu caminho "cheio de júbilo" (Atos 8:39).
Estes versículos nos mostram pelo menos 4 atitudes do diácono Filipe, que são exemplares:
1 - disposição para obedecer - ao ouvir o Espírito Santo, ele prontamente se dispôs a pregar o evangelho do Reino de Deus, a pessoa de Jesus Cristo, a um alto oficial etíope;
2 - disposição para servir - para alcançar o carro precisou acelerar, correr, colocar seu corpo em movimento, sair da sua posição de comodismo, tomar uma atitude, caso contrário a chance passaria;
3 - disposição para ouvir - por alguns instantes, prestou atenção no que aquele homem lia em voz alta;
4 - disposição para ensinar - a pergunta sobre a compreensão da leitura abriu oportunidade para a aproximação de Filipe e para que fossem dadas as explicações que o oficial tanto precisava.
Como resultado, o homem creu em Jesus e foi batizado. Quem fazia uma viagem cheia de frustrações, por não entender as Escrituras, agora podia seguir seu caminho "cheio de júbilo" (Atos 8:39).
quinta-feira, 1 de março de 2012
Sorvete pasteurizado!
Fui visitar um amigo num hospital e na entrada havia um homem que gritava asssim: "Sorvete pasteurizado. Olha o geladinho, pasteurizado". Naquele calor, fui logo experimentar, atraído pelo que ele tinha falado. Entre tantos vendedores ali, só aquele tinha o pasteurizado. Era o diferencial dele, algo que os marqueteiros exploram e os empreendedores incentivam. Achar algo que atraia o público consumidor. Fui fisgado. Só depois comecei a pensar o que era a tal da pasteurização. Fiquei constrangido de perguntar ao sorveteiro e simplesmente pedi um de maracujá com leite.
Daí fui pesquisar e lembrei-me que a pasteurização é empregada para garantir ao consumidor um leite seguro, isento de microorganismos que podem causar doenças no homem. Consiste no tratamento térmico do leite a uma certa temperatura (71 a 75ºC), inferior ao ponto de ebulição, durante um determinado tempo e, depois, o resfriamento imediato. Técnica inventada pelo cientista francês Louis Pasteur.
Fiquei pensando se o fabricante de sorvete fazia todo esse processo ou se ele já comprava o leite pasteurizado, o que é mais provável. Enquanto isso, pedi mais um sorvete de maracujá, que estava mesmo bom. Ao sair da visita, procurei de novo o carrinho, para a despedida, mas o homem não estava mais lá.
Esta história, verídica, talvez sirva para refletirmos no que nos diferencia como cristãos. O tratamento de Deus na nossa vida tem nos aperfeiçoado? Temos espalhado aos quatro cantos o nosso novo sabor? Não se esqueça que o sorvete é pasteurizado.
Daí fui pesquisar e lembrei-me que a pasteurização é empregada para garantir ao consumidor um leite seguro, isento de microorganismos que podem causar doenças no homem. Consiste no tratamento térmico do leite a uma certa temperatura (71 a 75ºC), inferior ao ponto de ebulição, durante um determinado tempo e, depois, o resfriamento imediato. Técnica inventada pelo cientista francês Louis Pasteur.
Fiquei pensando se o fabricante de sorvete fazia todo esse processo ou se ele já comprava o leite pasteurizado, o que é mais provável. Enquanto isso, pedi mais um sorvete de maracujá, que estava mesmo bom. Ao sair da visita, procurei de novo o carrinho, para a despedida, mas o homem não estava mais lá.
Esta história, verídica, talvez sirva para refletirmos no que nos diferencia como cristãos. O tratamento de Deus na nossa vida tem nos aperfeiçoado? Temos espalhado aos quatro cantos o nosso novo sabor? Não se esqueça que o sorvete é pasteurizado.
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