Dia 17 de junho de 1992, quarta-feira à noite, Morumbi lotado, final da Taça Libertadores da América, entre São Paulo e Newell´s Old Boys, da Argentina. No primeiro jogo, os argentinos tinham vencido por 1 a 0. Lá estava eu trabalhando como repórter esportivo da Rádio Auri-Verde, de Bauru. O Tricolor ganhou por 1 a 0 no tempo normal, gol de Raí, e a decisão foi para os pênaltis. Raí, Ivan e Cafu marcam os gols do título. O técnico Telê Santana escalou; Zetti, Cafu, Antônio Carlos, Ronaldão e Ivan; Adilson, Pintado e Raí; Muller (Macedo), Palhinha e Elivélton.
Contei este fato para explicar que, mesmo sendo são-paulino, não consegui torcer pelo Tricolor quando o adversário foi o Noroeste. Na verdade, tenho dificuldades em entender como alguém pode ficar contente de ver o São Paulo jogar em Bauru e vibrar descaradamente pela sua vitória. Ainda mais quando o Norusca corria o risco de cair.
Obviamente não vamos exagerar e dizer que esta foi a razão do Noroeste ser rebaixado mais uma vez. O resultado agora é que nem São Paulo, nem Corinthians, nem Palmeiras, nem Santos jogarão no ano que vem em Bauru. E só Deus sabe quando voltaremos a assistir a um time grande no estádio "Alfredo de Castilho". Quem quiser ver uma destas equipes, terá que viajar para Itápolis ou Lins.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Uma copa gigantesca
Já viram uma árvore assim? É um cipestre-português, com 23 metros de diâmetro de copa. Os galhos tiveram que ser sustentados por uma armação de ferro. Está na Praça do Príncipe Real, perto do Bairro Alto, em Lisboa.
Uma passadinha por Castelo de Vide
Há vilas portuguesas que realmente são um charme. De tão acolhedoras, despertam o desejo de voltar e ficar lá por mais tempo. Castelo de Vide, no Alentejo, é assim. A cidade faz parte do distrito de Portalegre (entenderam agora de onde surgiu a nossa Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul?). Do alto é possível avistar a serra de São Mamede e, mais ao fundo, terras espanholas. Um verdadeiro encanto.
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| A nossa "carrinha" ficou espremida em algumas ruas bem estreitas |
Avis e as laranjas
Ruas estreitas, construções históricas, pés de laranja nas calçadas. Assim é Avis, a 150 km de Lisboa, uma vila construída sobre um morro de granito de 200 metros de altitude. Do alto da torre do castelo é possível olhar os vastos campos ao redor. A primeira referência de Avis data do século XIII, em documentação medieval, quando serviu de base para uma ordem militar que lutou na Reconquista, contra os muçulmanos. Avis também deu nome a uma dinastia portuguesa, talvez a mais emblemática. Ah, dizem que as laranjas, embora tão bonitas, são azedas. Confesso que não experimentei...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Beleza e coragem dos bichinhos
“O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do Senhor” (Provérbios 21:31).
Tirei esta foto do pôr do sol em Álter do Chão, norte do Alentejo (interior de Portugal), onde fica a Cudelaria Nacional. O busto é de D. João V. Este local é o berço da raça lusitana, resultado de uma seleção de centenas de anos. O cavalo lusitano é conhecido por ser versátil, dócil e cheio de coragem. É usado nas touradas e também nos esportes equestres.
Montar me faz lembrar o sítio do Ribeirão Preto, em Arandu, onde meu avô Anísio mandava preparar os animais para quando os netos chegassem. Que delícia passear pelas estradas de terra, abrir as porteiras sem descer, galopar na beira do rio Paranapanema. Para ser sincero, faz muito, mas muito tempo mesmo que não ando a cavalo. Se for para quebrar o jejum montando um da raça lusitana, melhor ainda!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Pirarucu e outras belezas
No aquário Acqua Mundo, no Guarujá - o maior da América do Sul -, tem um tanque só de pirarucus. O pirarucu é o maior peixe de água doce do Brasil, chegando a pesar 80 kg. Que espetáculo ficar observando aqueles gigantes. Tem outras espécies também, que mostram como nosso Deus é criativo!
segunda-feira, 28 de março de 2011
Dentro de um campo de concentração
Mexendo no meu arquivo de fotos, encontrei algumas do campo de concentração de Stutthof, na Polônia (o primeiro construído fora da Alemanha, que funcionou de 1939 a 1945). Embora tenha visitado o lugar há 5 anos, senti-me comovido ao olhar as imagens, da mesma forma que fiquei quando estive lá pessoalmente.
Stutthof fica perto da cidade de Gdansk. Os polacos dizem que o campo de concentração não pode cair no esquecimento - e por isso mantêm a área preservada e aberta para visitação - , para que as atrocidades cometidas ali nunca voltem a ser praticadas. Foram mortas mais de 85 mil pessoas e outras 110 mil foram transferidas para outros campos de concentração.
É realmente triste entrar na câmara de gás, no crematório, nos dormitórios, observar aquele trem pronto para partir, ver as solas dos sapatos de tantos que foram escravizados e perderam suas vidas... Um exemplo latente da humanidade afastada de Deus, arrogante, soberba, orgulhosa.
Confesso que durante todo o percurso fiquei observando meu hospedeiro, Emil. A atitude de respeito dele pelos compatriotas mortos, pela história trágica vivenciada pelo seu povo. Uma caminhada silenciosa, contemplativa.
E falando em sofrimento, tentei imaginar o de Jesus, por amor a nós. As dores que sentiu, as chicotadas, cusparadas, a coroa de espinhos, as humilhações, o peso dos nossos pecados, a indigna morte de cruz. Só Ele mesmo pode trazer consolo, através do Espírito Santo, aos familiares das vítimas, aos amados poloneses e aos que continuam sendo injustiçados por toda a terra!
Stutthof fica perto da cidade de Gdansk. Os polacos dizem que o campo de concentração não pode cair no esquecimento - e por isso mantêm a área preservada e aberta para visitação - , para que as atrocidades cometidas ali nunca voltem a ser praticadas. Foram mortas mais de 85 mil pessoas e outras 110 mil foram transferidas para outros campos de concentração.
É realmente triste entrar na câmara de gás, no crematório, nos dormitórios, observar aquele trem pronto para partir, ver as solas dos sapatos de tantos que foram escravizados e perderam suas vidas... Um exemplo latente da humanidade afastada de Deus, arrogante, soberba, orgulhosa.
Confesso que durante todo o percurso fiquei observando meu hospedeiro, Emil. A atitude de respeito dele pelos compatriotas mortos, pela história trágica vivenciada pelo seu povo. Uma caminhada silenciosa, contemplativa.
E falando em sofrimento, tentei imaginar o de Jesus, por amor a nós. As dores que sentiu, as chicotadas, cusparadas, a coroa de espinhos, as humilhações, o peso dos nossos pecados, a indigna morte de cruz. Só Ele mesmo pode trazer consolo, através do Espírito Santo, aos familiares das vítimas, aos amados poloneses e aos que continuam sendo injustiçados por toda a terra!
| Na entrada, um mapa de como era o campo de concentração |
| Guaritas estão espalhadas por todos os lados |
| Não havia colchões nas camas de madeira |
| A água era oferecida nestes "bebedouros" |
| Ao lado da câmara de gás foi colocada uma cruz |
| As solas de sapato eram "troféus" para soldados alemães |
| Este trem transportava os prisioneiros para outros campos |
| O portão de entrada de Stutthof |
| Dentro da câmara de gás |
| Uma visão geral do campo de concentração |
| Os corpos eram cremados nestes fornos |
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