segunda-feira, 27 de junho de 2011

É de dar água na boca! (parte 3)

Ok, ok, continuo mostrando e falando da culinária portuguesa. Agora vamos ao tradicional frango assado (o do Pingo Doce é delicioso), às batatas ao forno, ao esparregado de grelos, camarões inteiros, doces e frutas, como o apetitoso melão. Bom apetite!












Gostoso de olhar

No jardim que fica em frente ao Mosteiro dos Jerônimos e ao Centro Cultural Belém, em Lisboa, há uma escultura com dois cavalos e um espelho d´água. Como gosto muito de flores, não pude deixar de perceber estas que nasceram de uma planta aquática. Se souber o nome, me avise. Mesmo que não sabia, basta apreciar.



Em Setúbal, na Estalagem do Sado, encontrei outras maravilhas. Quando estou com a máquina fotográfica nas mãos, não consigo resistir e saio logo registrando tudo. O problema é quando encontro as flores sem uma máquina e sem o celular, que tem uma câmera razoável. Aí, sofro pela impossibilidade de partilhar. Mas a beleza fica gravada na memória.





É de dar água na boca! (parte 2)

Pastel de Belém, acompanhado de Água das Pedras bem fresquinha, peru assado, pizza da Telepizza, sardinha aguardando a brasa e bacalhau da Baixa de Lisboa. Vixe...











É de dar água na boca!

Tenho acompanhado diversas propagandas em jornais para incentivar os brasileiros a conhecerem Portugal. E geralmente o foco é a gastronomia. Por isso, aí vai uma primeira série de fotos, que começa com ovas de peixe com legumes e termina com uma torta deliciosa. No meio temos arroz doce com muitos ovos, feijoada brasileira feita com matéria-prima portuguesa, frutos do mar e um bife pra lá de macio. Logo postarei outros pratos deliciosos que tive o prazer de experimentar!











Todos contra o touro

Na praça do Campo Pequeno, em Lisboa, assisti à minha primeira tourada à portuguesa. Foi mais por curiosidade, não por apreciar esta cultura popular, envolta em tanta polêmica. Embora os animais não sejam mortos na arena, pois em Portugal é proibido, eles são bastante castigados pelos cavaleiros, que cravam nos seus dorsos várias farpas compridas e curtas. Depois entram em cena os forcados, um grupo amador que enfrenta o touro a pé e que tenta imobilizá-lo com a força dos braços. É a chamada "pega de caras". São até seis touros por corrida. Tudo envolto em muita pompa, com toureiros e forcados usando roupas dos séculos XVII e XIX, e uma praça lotada para torcer pelos toureiros. Ou será pelos touros?