quinta-feira, 28 de julho de 2011

O verdadeiro pastor

"Olhe quantas ovelhinhas. São tão grandes aquelas". Minha esposa chamou-me a atenção enquanto eu conduzia o carro e comecei a estranhar. Um olho na pista, outro nos bichinhos. Logo, ao nos aproximarmos mais, percebemos que aquelas "ovelhas grandes" eram vaquinhas! É fácil justificar, porque são tantas as ovelhas em Portugal (pelo menos que eu encontrei), que ficamos até surpreendidos ao ver os bois e as vacas.

Você imagina como é o trabalho de um pastor? Basta olhar nas ovelhinhas que fotografei no Alentejo para entender melhor. Posso garantir que o pastor delas esteve sermpre atento. Como o cajado nas mãos, ajudou-as a atravessar a pista, a ir na direção correta, a encontrar o pastor verdejante (embora um pouco seco). Ele só distraiu um pouco quando parou para eu tirar um foto...

As palavras de Jesus logo vieram à minha mente: "Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem. O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é pastor, a quem não pertencem as ovelhas, vê vir o lobo, abandona as ovelhas e foge; então, o lobo as arrebata e dispersa. O mercenário foge, porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem a mim, assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a mim me convém conduzi-las; elas ouvirão a minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor" (João 10:9-16).










Parada estratégica

Piratininga está a uns 10 km de Bauru e as duas cidades quase já estão emendadas. É só pegar a Avenida Castelo Branco, seguir em frente, passar por alguns condomínios luxuosos e pronto. Na entrada, virando à direita, tem um pesqueiro, muito aconchegante, daqueles bons para a gente colocar as ideias no lugar. Foi dali que registrei algums imagens que me ajudaram a recompor as forças. Cheguei à conclusão de que preciso fazer isso mais vezes. Foi o próprio Deus quem nos ensinou: "E, havendo Deus terminado no dia sétimo a sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera" (Gênesis 2:2 e 3). Se Deus descansou, imagine nós!




sexta-feira, 22 de julho de 2011

"Onde a terra se acaba e o mar começa..."

Aprendi nas aulas de geografia a identificar aquele pontinho da Europa que fica mais perto do Brasil. E pisar aquele lugar foi a parte prática daquele estudo, mesmo que uns 30 anos depois. É o Cabo da Roca, na serra de Sintra, identificado numa placa como a ponta mais ocidental do continente europeu. Segundo Camões, "aqui, onde a terra se acaba, e o mar começa...". Cercado de falésias, o cabo é mesmo um exemplo de contraste que dificilmente sai da lembrança de quem o vê!













Bonita por todos os ângulos

A cidade de Setúbal fica a uns 40 km de Lisboa e nela está a Serra da Arrábida, cujo ponto mais elevado tem 501 metros de altitude. De lá podemos ver o estuário do rio Sado, a península de Tróia, a pequena aldeia do Portinho da Arrábida e até nuances de Lisboa, bem ao fundo. As árvores típicas - como azinheiras, sobreiros, carvalhos - tornam o ambiente ainda mais espetacular. Na parte baixa é possível visitar o Forte de São Filipe, de 1.582. Ah, e ainda comer deliciosos peixes, como a dourada escalada, com muito azeite e um bom vinho. Hum...














quarta-feira, 20 de julho de 2011

Desfile na passarela do Tejo

A última vez que os mais importantes, maiores e mais belos veleiros do mundo passearam pelo Rio Tejo, em Lisboa, eu estava lá e conferi toda a movimentação nas Docas de Alcântara. Corria o ano de 2006 e fiquei impressionado ao ver toda aquela beleza. Foram 73 as embarcações que participaram da 50º Tall Ship Races (Regata de Grandes Veleiros). Entre elas estavam três veleiros lusos - o ‘Sagres’, o ‘Creoula’ e o ‘Vera Cruz’-, o russo ‘Mir’, o polonês ‘Dar Mlodziezy’ e o italiano ‘Amerigo Vespucci’. Foi a quinta vez que o Tejo serviu de passarela para os veleiros. Os outros "desfiles" ocorreram em 1964, 1982, 1992 e 1998, este por ocasião da Expo 98.