Tenho muitas fotos dos meus primeiros 5 anos de vida. Não porque meus pais gostassem de tirá-las, mas sempre o meu tio João Domiciano estava com a máquina por perto. Gostava de fotografar e de revelar, de preferência em preto e branco. Fotos posadas, espontâneas, com ângulos diferentes, sozinho, acompanhado. Depois dos meus 5 anos, ele mudou-se de Avaré, onde eu morava, e as fotos rarearam... E no começo deste mês ele mudou-se novamente, pois penso que Deus estava precisando de um fotógrafo humilde e muito sensível para estar perto dEle. As fotos são da minha infância, mas pelos olhos do meu tio.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Sem pamonha e com muito humor
"Mãe, fui concebido em Piracicaba?", perguntei. "Não, foi em Avaré", respondeu ela, com convicção. Pois é, eu sabia que meus pais tinham se mudado para Piracicaba logo que se casaram, mas a negativa dela não tirou meu prazer em visitar a cidade, onde moram hoje alguns familiares meus. O rio continua lá, aparentemente mais limpo, com restaurantes às suas margens que servem peixes saborosos. E peixe de água doce eu posso comer, porque o de água salgada ataca minha doença de estimação, a gota.
Atravessar a ponte pênsil e visitar o 38º Salão Internacional do Humor foi outra boa surpresa e até fotografei o que considerei mais interessante, no meu limitado entendimento do assunto. Ah, na saída estava pensando em comer aquela pamonha de Piracicaba, nacionalmente conhecida, mas não coube... Vou ter que voltar lá para experimentar outros peixes, sempre em boa companhia, e agora comer a tal pamonha e outros derivados do milho.
Atravessar a ponte pênsil e visitar o 38º Salão Internacional do Humor foi outra boa surpresa e até fotografei o que considerei mais interessante, no meu limitado entendimento do assunto. Ah, na saída estava pensando em comer aquela pamonha de Piracicaba, nacionalmente conhecida, mas não coube... Vou ter que voltar lá para experimentar outros peixes, sempre em boa companhia, e agora comer a tal pamonha e outros derivados do milho.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Decidido a aprender
Passei algumas vezes em frente à Pinacoteca do Estado, na cidade de São Paulo, mas nunca tinha entrado. Até que tomei coragem e fui com alguns amigos conhecer o museu de arte mais antigo da cidade. Estávamos a caminho do aeroporto de Guarulhos e como havia um tempinho sobrando (que o trânsito quase atrapalhou), veio a decisão. E decisão acertada. Foi um tempo de qualidade, com o prazer de apreciar muitas obras belíssimas. Embora eu não seja um especialista, gosto de olhar as diferenças de estilos e aprender sempre um pouquinho mais de artistas como Auguste Rodin, Alfredo Volpi, Maurício Nogueira Lima, Tarsila do Amaral, Romero Britto, entre outros.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Valorizando o que é nosso
Um passeio que custa R$ 2,00. Isso mesmo, dois reais. Para andar por uma área preservada do cerrado, repleta de animais muito bem cuidados. Meus amigos portugueses que foram ao zoológico de Bauru ficaram encantados com o local e com as espécies que encontraram. Vibraram ao ver a sucuri, os tucanos com bicos de cores variadas, os cisnes negros, a macacada reunida, os felinos, o quati, as aves, os jacarés, as tartarugas namorando, o jaburu, os pássaros, etc. O sanduíche Bauru e o zoológico despontaram na preferência dos portugas. Eles sabem mesmo o que vale a pena...
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