segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Adaptação, o desafio




O retorno de Portugal para o Brasi já vai completar 3 anos e é sempre um desafio este processo contrário de adaptação. Não só para mim, mas para toda a família. Mas uma das evidências de que as coisas estão se encaixando é quando conseguimos apreciar o lugar onde estamos. Pertinho de minha casa há um "projeto" de bosque. As árvores estão crescendo e, numa das minhas caminhadas, não resisti à beleza das árvores e parei para apreciá-las.


Mais alguns metros e é possível ver a entrada da Sociedade Hípica de Bauru reformulada, com uma linda primavera ao lado. Foi aí a festa do meu casamento, alguns aniversários dos meus filhos, muitas churrascadas e até um período interessante como atleta de futebol. Eu estava me preparando para prestar vestibular e pedi ao meu treinador  no Noroeste, Zé Rubens do Amaral, para me liberar de alguns treinos para eu estudar em casa. Ele topou, desde que eu fizesse, no horário que pudesse, uma lista de exercícios recomendados pelo preparador físico Sebastião Kamimura (Tiãozinho). Neste ano, fomos vice-campeões paulistas, na categoria juvenil.





Na parte alta da região sudeste está a Casa do Cursilho, que tem uma importância tremenda para mim. Foi ali que participei do meu primeiro acampamento da Comunicação e Missão Cristã (CMC), em 1987, quando definitivamente entendi o sacrifício de Cristo. As torres de rádio, televisão, internet e telefonia celular que existem no local mostram o gigantesco sigificado da comunicação para a nossa sociedade, assim como a comunicação com Deus foi reestabelecida para mim, numa conexão eterna.




O Recinto Mello Moraes é o maior parque de exposição agropecuária da região. Uma vez por ano há leilões, shows e muito agito. Por causa disso é que foram feitas muitas melhorias no trânsito.




Na parte final da caminhada, passo por uma avenida inteirinha duplicada, beneficiando os bairros próximos. E até uma praça japonesa foi construída e é muito usada pelos skatistas, inclusive meus filhos. Pois é, Bauru está crescendo. A gente vai aprendendo a conviver com as novas exigências e necessidades. Ainda bem que Deus nos fez assim, adaptáveis. Pode levar mais ou menos tempo, mas vamos nos ajeitando, não é?

Movimento contínuo



Os moinhos de vento tradicionais de Portugal podem ainda ser encontrados, alguns em funcionamento. O princípio é utilizar a energia eólica para moer grãos de trigo ou de outros cereais. Entendo que é a mesma maneira que Deus usa para nos quebrantar, através do movimento do Espírito Santo que esmiuça nossas vidas, quando permitimos, até tirar todas as impurezas. Por isso, toda vez que olho para um moinho, lembro que Deus está trabalhando!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Presente do paizão

Há situações que marcam nossa história e que, de repente, ganham vida e deixam de ser apenas uma vaga lembrança do passado. Como fui praticamente obrigado a presentear os meus filhos, por causa do Dia das Crianças (digo isso pela insistência deles e não pelo meu prazer de dar-lhes algo), recordei da minha primeira bicicleta. É um fato que traz muitos ensinamentos.


terça-feira, 11 de outubro de 2011

A venda está de novo em pauta


A venda (ou um mercadinho) que era do meu avô Anísio passou para meu tio Osvaldo e agora é o meu primo Osvaldinho quem cuida do negócio, no sítio do Ribeirão Preto, na zona rural de Arandu. O local serviu de cenário para as fotos de um dos discos de Chitãozinho e Xororó e voltou a ser comentado porque apareceu recentemente num programa de televisão. Já tinha falado sobre a capa aqui neste blog, quando escrevi "A vó, o sítio e os cowboys". Mas foi muito legal ver a reportagem sobre o assunto. Eu, que trabalhei nesta emissora por um tempo, nunca tive a oportunidade de fazer algo assim. Mas me senti realizado da mesma forma.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Passeio medieval

Quem já participou de uma feira medieval? Ora pois, ninguém que esteja vivo. Morreram todos daquela época! Deixando de lado a piadinha infame, encontrei uma feira em frente ao Palácio Nacional de Queluz, ao lado da pousada histórica Dona Maria I. Com comidas, roupas e decoração típicas, jogos tradicionais, artesanatos e muita simpatia. E ainda achei um belíssimo jardim com flores d´água. Estas, bem atuais.







Um pedacinho do céu em casa

Uma das fotos do jardim de minha casa foi publicada no Jornal da Cidade de Bauru, na edição do dia 5 de outubro (quarta-feira). Os leitores, como eu, enviam registros da primavera e a editoria de fotografia faz uma seleção. Aí, inspirado, aproveitei para voltar com a minha Sony Cyber-shot 8.1 mega pixels ao quintal e encontrei outras belezas: a flor de uma bromélia, muitos cocos, flores variadas e até temperos.

Achei muito legal a iniciativa do JC, onde trabalhei por vários anos, na editoria de esportes - com o super Leonardo de Brito - e no fechamento da primeira página. Inclusive a minha monografia do curso de jornalismo da Unesp foi sobre a implantação de um caderno de esportes no jornal, hoje já uma realidade. Acredito que com algumas alterações gráficas e mais objetividade no conteúdo o Jornal da Cidade seguirá líder de mercado por muito tempo.

Ainda sobre a natureza, penso que o céu será florido, colorido, cheio de árvores gigantescas, com todas aquelas variações da cor verde que conhecemos e outras mais. Afinal, após a criação Deus colocou o homem num jardim, o do Éden. E ele só saiu de lá porque foi expulso. Então, vamos curtir mais a natureza, não é? Eu começo pelo pedacinho do céu que tenho no fundo de casa.


















À procura do vento

Foi sem querer, mas assisti a uma das regatas de um campeonato mundial de windsurf. Passava por Cascais quando aquelas dezenas de pranchas e velas me chamaram a atenção. Como dizem que bons ventos sempre trazem boas notícias, alguns esportistas também procuram - e sempre encontram - os bons ventos da zona de Cascais (especialmente da praia do Guincho).

Quando moleque, acostumei a ver praticantes de windsurf desafiarem o rio Paranapanema, em Avaré. Mas, em geral, as suas águas são tranquilas. Se bem que, da última vez que estive por lá, no inverno deste ano, sofri muito num passeio de balsa. Mas, para compensar, pilotei pela primeira vez um jet ski.

Bem, voltando ao windsurf, está aí um esporte que eu gostaria de aprender. Ainda mais porque as paisagens são sempre atraentes. E deslizar sobre as águas só com a força do vento deve ser uma sensação inesquecível. Se for em Cascais, melhor ainda!