domingo, 18 de agosto de 2013

Primeiros passos

Esta é obra do meu caçula, o Natan, 11 anos. Já me conquistou...

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

A abrasadora roda de caminhão

Fui numa festa em que uma roda de caminhão serviu como churrasqueira. E olha que a carne estava caprichada. A tal da roda (nem imagino se tem um outro nome mais específico) foi uma excelente ideia para manter o calor. Juntando-se a isso a quentura dos anfitriões, ficou tudo em alta temperatura.

Isso me fez lembrar daquelas churrasqueiras feitas de tambores cortados ao meio. Fui vítima de uma dessas quando criança. Meu pai acendeu o fogo e pediu para eu ficar longe. Estava brincando com minha priminha quando caí sentando e encaixei naquela metade de latão. Encaixei de tal modo que foram necessárias duas pessoas para me tirar: uma me puxou e a outra empurrou a churrasqueira.

O resultado foi um mês de bruços no hospital, queimaduras no bumbum e na panturrilha. Agora, passados mais de 30 anos, as cicatrizes das queimaduras já sumiram. Mas as histórias com churrasqueiras continuam!


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

De volta ao plano inicial

Moro na zona sudoeste de Bauru desde que minha família veio para a cidade, em 1986. Vi toda aquela região crescer, se desenvolver. Quando casei, comprei uma casa por ali. Depois, com o segundo filho, encontramos outra residência maior, perto da primeira. Lembro-me quando a Prefeitura de Bauru cedeu um terreno no Jardim Terra Branca para a Casa da Esperança fazer sua segunda unidade, em 1999, mas os moradores se levantaram contra a ideia e resolvemos não prosseguir com este plano. Agora, o novo salão da Comunicação e Missão Cristã (CMC) será naquela região - quadra 34 da avenida Comendador José da Silva Martha - , e o propósito continua: servir e abençoar os moradores.

Conto no vídeo A prática do evangelismo como está sendo esta experiência de evangelizar, junto com um grupo de cerca de 40 pessoas, os bairros próximos ao novo salão, ou pavilhão, como queiram chamar. As fotos  mostram o andamento das obras, com previsão de inauguração para dezembro.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Guitarras portuguesas Lopes

Intervalo de uma apresentação de fado. Pendurada na parede do restaurante Esquina de Alfama, em Lisboa, vejo uma guitarra portuguesa, ao lado de um violão. Começo a fotografar e percebo um nome familiar dentro da guitarra. Chego mais perto para conferir o fabricante: Lopes, com oficina na Rua do Prioste, no Cartaxo. Um Lopes (Victor Lopes), quem sabe meu parente distante, nem sabe o quanto me fez bem naquela noite ouvir o som que saiu do instrumento que ele fabricou!


    








sexta-feira, 3 de maio de 2013

Vivendo e descobrindo

Foi um daqueles reencontros que a gente não programa. Um daqueles momentos mágicos. Tentei registrar em palavras e em fotos. Quando moleque, meus pais costumavam me levar a uma cachoeira perto da cidade em que nasci, onde eu brincava muito, me divertia pra valer. Fazíamos churrasco, passávamos o dia verdadeiramente nos curtindo. Aquela cascata parecia para mim algo gigantesco. Toda aquela área era enorme nas minhas lembranças.

Voltei lá recentemente, com meu filho mais novo, meu sobrinho e meus pais. Os meninos eram exatamente eu vários anos atrás. E eu, como meus pais faziam, alertando-os para não correrem nas pedras escorregadias. Por duas vezes os chinelos quase foram levados pela correnteza...

Agora o acesso à cachoeira é controlado, com pagamento de uma entrada simbólica, há banheiros, uma lanchonete agradável (até um quati apareceu por lá). Tudo a ver com o presente, com o passado e com o futuro.

Descobri que a cascata tem 37 metros de queda, que continua exuberante, que a área toda não é tão grande como eu pensava. Foi necessária somente uma horinha, talvez um pouco mais, para sairmos dali todos alegres, as crianças, o pai e tio delas e os avós!